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Friday, November 9, 2012
BE aceita "coligações de toda a esquerda"
O Bloco de Esquerda está disponível para «coligações de toda a esquerda», diz João Semedo, e não será por responsabilidade dos bloquistas que as mesmas não se concretizarão nas próximas eleições autárquicas.
«Há um conjunto de municípios em que seria útil para as populações que a direita fosse afastada do comando das autarquias. Mas, fundamentalmente, naqueles municípios em que há o perigo da direita se enraizar e continuar a governar essas autarquias. Não será por nossa responsabilidade», reiterou.
Sobre a Câmara do Porto, João Semedo foi perentório: «Nós admitimos uma coligação de toda a esquerda e toda a esquerda tem de incluir toda a esquerda, naturalmente incluindo o PCP.».
Relativamente à Câmara do Porto, João Semedo considerou que esta autarquia «tem estado divorciada da vida real da cidade» e é uma daquelas em que a esquerda tem «uma palavra a dizer». No entanto, quando questionado sobre o facto de Manuel Pizarro já ter sido aprovado como candidato do PS à Câmara do Porto, o deputado do BE respondeu que, «se a proposta de coligações de toda a esquerda é séria e com o desejo de que se venha a concretizar, não facilita a sua concretização existir já um candidato a dirigir e a presidir a essa coligação». «O doutor Manuel Pizarro não escondeu que queria ser candidato à Câmara do Porto em nome do PS, mas essa afirmação é um pouco incompatível com o desejo de uma coligação, porque se há uma coligação tem que ser uma coligação que decide entre si não só o programa, não só os candidatos, mas também o candidato à presidência», observou. No entanto, «se toda a esquerda estiver disponível para uma coligação», o Bloco está «na disposição de discutir tudo: programa, candidato e o próprio nome». «Ou há uma coligação de toda a esquerda ou, do nosso ponto de vista, a proposta do PS está inviabilizada», salientou.
Recorde-se que o PCP do Porto afastou já qualquer hipótese de coligações eleitorais com o PS ou com o BE nas autárquicas de 2013 e não exclui mesmo a hipótese de assumir «responsabilidades» no próximo executivo, seja qual for o partido vencedor.
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